Como sempre, antes de sairmos do hostel já sabíamos o que queríamos ver pela cidade e como lá ir ter. A nossa bíblia de viagem era sempre uma ajuda.
Estávamos em Peste, do outro lado de Buda. Budapeste é uma cidade composta por duas partes que estão divididas pelo rio Danúbio.
Ao chegarmos á Dohány, demos com o nariz nos portões, pois... era Sábado!!! Tal como o cemitério judeu em Praga que tencionámos visitar num Sábado, também não conseguimos visitar a sinagoga. Sábado é o dia sagrado do judaísmo, o Sabath... E um cristão tem de se lembrar de tudo?!... tss tss...
Estrela de David a decorar os portões.... !!!fechados e só entram judeus na sinagoga aos Sábados... enfim... Não foi desta que entrei num local sagrado judeu. :P
Uma das coisas que admirei nesta cidade, foi a arquitectura das fachadas dos apartamentos.Por aquela altura, se bem me lembro já iamos um pouco sem rumo, pois o nosso primeiro objectivo tinha sido a visita à Sinagoga. Então, andamos à procura de um supermercado para comprar água e o algo para enfardar.
Mais um bloco de apartamentos em Peste. É giro, tem um arco grande a meio....errr...
Mas, por que raios tiro fotografias à toa...
:)
E ao virar a esquina, a cúpula de mais um símbolo emblemático da cidade de Budapeste. A Basílica de São Estêvão, em húngaro, Szent István Bazilika.
Mas antes de entrarmos na basílica... Hora do almoço!Hmmm... nham nham... papo secos e triângulos de queijo pastados... :))
Podem ver na foto a perícia com que o Fábio pasta queijo numa metade papo seco com a navalha.
E continuando, lá entrámos na Basílica do São Estêvão.Por cima do portão, podem ver que ele já estava espreitando à nossa espera.
Deveras, uma das mais impressionantes casas do Senhor que tive o prazer de vislumbrar...Na foto, uma das cúpulas laterais deixa entrar a luz do dia.
Na foto, do lado esquerdo, Carlos de boné. Do lado direito, um gajo qualquer.A Basílica de São Estevão foi completada em 1905, sendo um dos edíficios mais altos de Budapeste, juntamente com o Parlamento Húngaro. Tem uma altura de 96 metros.
Cúpula principal, onde podem ver no centro a pintura do "Grande Chefe" a curtir numa rave celestial.
A Basílica que mais parece um palácio, foi construída em homenagem ao São Estevão.O São Estêvão foi nada mais que o fundador e primeiro rei da Hungria, nascido em 975 d.C. e falecido em 1038 d.C.
E o rei foi santo porque expandiu o controlo sobre o território húngaro e estabeleceu o cristianismo naquela zona dos Cárpatos.
Vitral do São Henricus, ou Henriques, mais conhecido na História por príncipe Santo Emeric. É filho do rei Estêvão I, que por sua vez este também era santo.Ufa... mas que novela... :)
Altar da Basílica.
Acreditam que tivemos que subir esta escadaria em caracol para ir até ao topo da cúpula ver as vistas?!Na foto, o Fábio foi apanhado.
Interior do topo da cúpula da Basílica.
Vista de Budapeste, de cima da cúpula da Basílica de São Estêvão. Ao fundo, o edifício de cúpula vermelha é o Parlamento Húngaro.
As vistas lá para baixo...
Nos séculos passados construíam-se edifícios sagrados assim tão majestosos para reflectir o poder da Igreja e de Deus...Megalomania, é o que digo. :)
Praça de São Estêvão
Basílica de São Estêvão... e nós estivemos lá em cimaaaa.... 
Ao fundo, a Basílica.
Bandeira da Hungria
Parlamento Húngaro (Országház)
Eu a posar em frente do Parlamento Húngaro. O nosso objectivo era entrar e visitá-lo, mas tal revelou-se díficil, por as visitas eram guiadas e em horas marcadas com limite de visitantes por dia.
Ficámos a descansar ao pé do parlamento antes de prosseguirmos ao nosso próximo destino... a Casa do Terror.
Na foto, Carlos a curtir com um senhor de meia idade...O juízo destes jovens... tsss tsss...
Ok ok, eu também tentei fazer o mesmo a ver se o gajo me dava guito, mas o velho nem ligou nenhuma... Estes velhos da Hungria...bahhh.... :)
E eis que chegámos à... Casa do Terror...Esta casa actualmente feita num museu, foi outrora ocupada pelos nazis húngaros e mais tarde pelos comunistas e usada como lugar de tortura e prisão.
Na fachada, existe uma fila quase interminável de fotos de pessoas que lá estiveram presas, que foram torturadas e lá morreram.
Não podíamos tirar fotos, mas consegui tirar ao tanque soviético que se encontra no pátio interior do museu. Não dá para ver bem, mas o tanque é enorme e real, e como memorial está rodeado de fotografias das vítimas dos regimes nazi e soviético, e do tanque escorre óleo que cai depois em cascata.A casa em si não assusta um pequeno de 5 anos, pois de Terror só tem como o passado, e como memória das crueldades que o homem pode ter contra o próximo.
Memorial à entrada da Casa do Terror
Praça dos Heróis (Hősök tere)Na foto, o Fábio à esquerda, e à direita, o Carlos de costas.
Ao fundo, um dos dois museus de arte que ladeiam a praça.
Eu e o Monumento Milenar na Praça dos Heróis.O Monumento representam os lideres das sete tribos que fundaram a Hungria no século 9, e outras figuras importantes da História da Hungria.
Museu das Belas Artes
O Fábio e o Carlos apanhados em mais uma foto tirada à desprevenidos.Ao fundo, o outro museu de arte que se encontra na praça dos Heróis.
Praça dos HeróisPor detrás fica o Városliget, que literalmente significa Parque da Cidade.
Vajdahunyad vára, um castelo no meio do parque. Construído inicialmente em cartão e madeira a 1896, para a exposição do milénio, mas com o sucesso que teve mais tarde em 1908 foi reconstruído em tijolo e pedra.Representa todas as arquitecturas de castelos do antigo território magyar (húngaro).
Castelo de Vajdahunyad
Na altura em que lá estivemos, havia uma festa no parque, toda aquela zona ao fundo, onde se encontra uma multidão, faz parte do lago artificial que pode ser drenado quando pretendem realizar eventos como aquele.
Casa de Banhos Termais de Széchenyi
Interior da casa de banhos.
E bom, lá vamos de volta para o hostel. Mas antes passámos pelo supermercado para comprar algumas coisas para fazermos o nosso jantar.
Pátio interior do hostel
No hostel em Budapeste, ficámos num quarto de 10 pessoas. E havia um ambiente bastante caseiro, onde podiamos usar a cozinha à vontade, e onde fazíamos o nosso próprio pequeno almoço. Tínhamos café, pão, manteiga, doce e cereais à disposição.Na foto, cozinhar naquele fogão exigia um truque com colheres de pau a segurar os botões, caso contrario o lume apagavasse. :)
Os cozinheiros, Carlos e Fábio.
E prontos, aqui acaba-se o 2º dia em Budapeste com uma bela e apetitosa foto do nosso jantar daquela noite! Esparguete, salsichas e ovo... nham nham :)) 


1 comentário:
QUEREMOS MAIS! ;)
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